Sabe, qualquer um pode ser ótimo, mas sorriso falso dá câimbra na bochecha. E ótimo é relativo quando se coloca honestidade na balanca.
Eu culpo todos esses otários com seus “oi, tudo bem?” quando essa pergunta só tem uma resposta socialmente aceitável.
Insensata que sou, às vezes ouso acreditar que aceitar o ruim é melhor que fingir o bom. Uma vez que aceito que sou errada e ponto, paro de ridiculamente tentar manter meus monstros dentro do armário, estou um passo mais próxima de vencê-los, superá-los e, quem sabe um dia, ser uma pessoa real.